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  Retiro Espiritual ESTuna v.06 25.07.2006  
Novo ano, novo retiro... Em 2006, repetimos pela primeira vez o local do famigerado 'Retiro ESTúnico', que teve como destino Cabril.

Para quem não sabe onde fica, está no mapa desse nosso Portugal. No entanto, achei curioso procurar no dicionário...

Cabril:

s. m.,
curral de cabras;

adj. 2 gén.,
agreste;
escabroso;
áspero;
íngreme;
alcantilado.

Dada a definição, escusado será de referir que será este um singular lugar para a nossa retirada...

Presenças? Poucas, mas boas. O Tavarix e o Carneirix, deram a abalada das terras do Sado pela tarde de sexta-feira. O segundo bólide, com o Dux, Nico, Velho Zé, Çurean e Furão (Golum) um pouco mais tarde... Qualquer coisa como 21h. Ao contrário do que se poderia pensar a viagem nada teve de maçadora... Podemos mesmo dizer que o 'Retiro' em si teve início durante a viagem, onde logo aí trocámos várias impressões e formas de estar. Ah, é claro que nos perdemos no caminho... A 12km do destino, decidimos chegar a Cabril pelo caminho mais longo, sem luzes, por altos e baixos, curvas de 350º, ravinas, penhascos... Enfim, chegámos quase às 2h. (Novo record!) Esperavam-nos os 2 primeiros ESTunos em Cabril deste ano (Tavarix e Carneirix), bem como o Sr. Cipriano, Homem digno de representar a ESTuna...

As brasas já estavam acessas bem como a traça dentro da barriga. Em amena cavaqueira começámos a noite (isto já eram umas 3h) com febras, entremeadas e enchidos sempre bem regados. A missão de terminar o barril de cerveja havia começado... Para ajudar, demos início ao célebre 'Cabril' (o jogo)... Copo na mão, e vai de substituir na sequência de números naturais terminados em 7 e múltiplos de 7 pela palavra 'Cabril', invertendo a ordem de quem a profere. Meus caros, a ESTuna orgulha-se de ter entre si um novo Aquário Ambulante... Nome? 'Çurean de Terceira'! Não é que o homem, se fartou de emborcar litros de água, tantas foram as calinadas... O Furão não lhe ficou muito atrás, porém com o suco da cevada.

Começa a raiar o dia, quando alguns se preparavam para se colocarem na horizontal, eis que o Nico tem a (in)feliz ideia de irmos passear pela aldeia... 6h da matina, a ESTuna pelas estreitas ruas de Cabril, copo na mão e a voz bem alta (né Velho Zé?) lá fomos dar a volta de reconhecimento. Das primeiras elacções que retirámos deste retiro, uma delas (e manifestada pelo próprio) é o Velho Zé fazer um rastreio auditivo. O homem fala uns bons décibeis acima da média e tem sérias dificuldades em perceber o que se lhe diz... Será do álcool, ou tímpanos encharcados? Cruzámo-nos com uma senhora de idade que áquela hora já estava de ancinho às costas para ir tratar das batatas... O nosso Dux, sempre simpático lá deu 2 dedos de conversa com a senhora e seguimos caminho pela aldeia fora. Chegados ao Monumento ao Trabalho, com meia aldeia já acordada por nossa causa, somos confrontados com um careca que nos afirma ser muito cedo para haver barulho... Até é capaz de ser verdade, mas fiquei a pensar o que faria ele tão cedo de camisa, calças e sapatos? Teria certamente acabado de chegar a casa e não quereria que acordássemos a esposa, só pode... 7h e tal da matina, deixámos a posição vertical!

10h >> Mijaneira! O record das ídas das mãos ao instrumento, pertence ao 'Zelho Vé' (sim, isto foi proferido por alguém). Assim que o homem se deitava, já estava com vontade de coçar o pessegueiro de novo... O Açoreano e o Nico, também quiseram mudar as águas às azeitonas e às páginas tantas já estavam no meio da rua a falar com 2 velhotes (ou era só 1?) sobre incêndios e problemas locais... Imgainem lá, 2 estranjeiros com grandes bogas, bafo impossível, sedentos de ir atrás da árvore e o tema da conversa ser incêndios e mangueiradas... Enfim, uma tortura.

Entretanto o Sr Cipriano já aquecia do forno a lenha (literalmente, não vamos baixar o nível) para um repasto digno de roteiro gastronómico. Entrecosto com batata no forno a lenha, acompanhado com arrozinho de feijão e saladinha de alface, pepino, cebola e tomate. (Ainda agora me ía afogando com a água que me cresceu na boca...) Isto em quantidade industrial, para quem tinha o estômago em obras da véspera... Ainda assim, divinal! De tarde, rumámos à barragem de Sta. Luzia onde démos uns mergulhos e o Furão fez cara de 'gato molhado em pânico' quando o Açoreano o atirou para dentro de água. De morrer a rir. O homem a nadar parece aqueles aranhiços à tona de água... Brutal! O Zelho Vé, ficou a vigiar a zona balnear, sempre de t-shirt vestida a fumar a sua cigarrada. Escusado será de dizer que nem aos gritos nos ouvia... Será que estava a planear o rastreio auditivo? (já agora, mais alguém ficou com nódoas negras de subir a piscina? É que eu ainda tenho uma comigo...)

Com o entardecer a terminar, hora ideal de ir beber mais umas e de seguida jogar uma futebolada no ringue da aldeia... Volta não volta, lá ía o Furão atrás da bola que teimava em sair do ringue a cada pontapé. Por pouco não parou no cemitério... Nesta partida sobressaíram as rapidíssimas investidas do Tavarix de sandálias atrás da bola... Se a este esforço adicionarmos o facto das unhacas dos pés (ou aquilo eram barbatanas?) terem ultrapassado o centímetro, aí percebemos o porquê de mais à noitinha ter sido brindado com novas designações... 'Tavares, pés de Tesoura', ou 'Tavares, O Debulhadora'... Finda a jogatana, hora de ir dar conta do restante entrecosto, já em família com os familiares do Sr. Cipriano (que para os desatentos é o pai do nosso Tavarix). Agora sim, pudemo-nos redimir da falta de apetite para o almoço...

Noite dentro, a ESTuna novamente pelas ruas de Cabril, rumando à 'Liga de Melhoramentos de Cabril'. Pelo caminho, uma paragem para a visita a uma casa típica, completamente reconstruída. Muito bem aproveitada, diga-se. Já longa ía a noite quando finalmente chegámos à Liga. Água Ardente para os mais velhos (Carneirix e Druída Dux) e 'mines' para os restantes... Entre modas da ESTuna e outras com as quais nos identificamos - leiam-se alentejanadas - a noite rapidamente se aproximou do fim... Rumando a casa, novamente com graves problemas de audição, dado o alvoroço por nós criado em tão curta deslocação até casa, sobressaíram tentativas de apenas falarmos em rima ou verso... Coisa que nos passou rapidamente, pois já não estavamos capazes... Ainda assim, a noite continuou com jogos de Poker e Blackjack em que a moeda utilizada era o 'amendoim'... A posição vertical cada vez era mais difícil de manter e com o barril acabado, eis que os estragos começaram a surgir... Desde furos nos colchões efectuados com machados (que obrigaram a malta a dormir em contacto com o chão), a vidros partidos com as setas do Cricket, enfim...

Merecido descanso aos guerreiros do Retiro Espiritual da ESTuna 2006.


  XI Bocage - O Festival 06.05.2006  
Foi em êxtase, como há uns aninhos não se via pela cidade do Sado, que o Fórum Luísa Todi recebeu o XI Festival Internacional de Tunas Bocage 2006.

Plateia cheia de gente do mundo tunante, papás, mamãs, namoradas, amigos e muitos anónimos tiveram a oportunidade de presenciar um excelente espectáculo proporcionado pelas Tunas que realizaram a sua actuação na XI edição do Festival.

Claro que o dia já ía comprido e forçosamente o Festival começara com uma pequena delonga que rapidamente foi relegada para o passado finda a visualização do vídeo de Entrada do Festival... Tais foram os sketchs ridículos produzidos pela ESTuna que os risos provenientes da plateia mostravam a boa disposição e o início de uma grande noite académica...

A estreia de duas músicas novas por parte da ESTuna deu o mote para que toda a plateia desse por bem empregue o seu tempo, ao que as Tunas seguintes deram uma excelsa continuação.

Os agradecimentos por parte das Tunas presentes a todos os intervenientes na organização do Festival foram vastamente frisados, aos quais nos compete retribuir pelo facto de terem trazido até Setúbal tamanha animação de pontos tão distantes quanto Setúbal (Tuna Académica da EB 2, 3 da Aranguês), Madeira (TUMa - Tuna Universitária da Madeira), Açores (T.U.S.A. - Tuna Universitas Scientiarum Agrariarum), Covilhã (Desertuna - Tuna Académica da Universidade da Beira Interior), ou Espanha (Tuna do Colegio Mayor Loyola de Granada).

Os prémios atribuídos acabam por ser o que menos se evidênciou durante a noite, no entanto merecem sem dúvida que sejam facultados, assim:

MELHOR TUNA
Desertuna - Tuna Académica da Universidade da Beira Interior

TUNA MAIS TUNA
Desertuna - Tuna Académica da Universidade da Beira Interior

TUNA MAIS PÚBLICO
Desertuna - Tuna Académica da Universidade da Beira Interior

MELHOR INSTRUMENTAL
Desertuna - Tuna Académica da Universidade da Beira Interior

MELHOR SOLISTA
Tuna do Colegio Mayor Loyola de Granada

MELHOR PANDEIRETA
Desertuna - Tuna Académica da Universidade da Beira Interior

MELHOR PORTA ESTANDARTE
TUSA - Tuna Universitas Scientiarum Agrariarum (Universidade dos Açores)

TUNA MAIS XARROUCA
TUMa - Tuna Universitária da Madeira


A todas as Tunas presentes no Encontro de Tunas Cidade de Setúbal, às Tunas participantes no XI Festival Internacional de Tunas Bocage 2006, aos amigos, familiares, comunidade estudantil, apoios, patrocinadores e organização do Festival, o nosso Muito Obrigado e até para o ano, no Bocage 2007.

Claro que nos devemos encontrar entretanto, mas fica desde já o convite!

Aquele abraço,
ESTuna


  XI Bocage - O Encontro 05.05.2006  
Começou oficialmente o XI Festival Internacional de Tunas - Bocage 2006. Ontem no auditorio José Afonso, na baixa setubalense, estiveram presentes as Tunas nossa cidade naquele que foi o Encontro de Tunas Cidade do Sado. Encontro este que tem vindo a abrir as hostilidades do Festival e a melhorar de ano para ano.

O evento teve início com a abertura solene, com o presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Dr Carlos Sousa, o Presidente da Junta de Freguesia de S. Sebastião, Dr Carlos Almeida e, representando o Conselho Directivo da Escola Superior de Tecnologia o professor Rodrigo Lourenço.

Abertas as hostes, deu-se ínicio ao Encontro em si, de onde existem 3 pontos a reter...

O brilhantismo radiofónico que o Carolho deu à apresentação do Encontro. Nada melhor que uma ressaca para apresentar um Encontro, hein? Esteve muito bem.

O ambiente criado pelos espectadores em torno no novo auditório. Um espaço muito bem conseguido e um público maravilhoso que não se limitou às Tunas participantess no Encontro, nem às que estarão presente no Festival. Muitos eram os curiosos, conhecedores de Tunas, gente anónima e de todas as idades. Enfim, uma agradável surpresa que muito nos honrou.

Não faltará certamente um abraço ou beijinho especial às Tunas presentes no Encontro Cidade de Setúbal. Estiveram todas à altura dos pergaminhos de cada qual, elevando elas também o nome do Festival Internacional de Tunas Bocage bem alto. Um grande bem haja.

E hoje há mais no Fórum Luísa Todi, pelas 21h.

Ainda vens bem a tempo de te divertir connosco.


  O primeiro fim de semana complicado de Maio 04.05.2006  
Caríssimos,

Eis que as hostilidades informais do Festival Internacional de Tunas Bocage 2006 têm ínicio esta quinta-feira, 04 de Maio na EST, com a operação 'Febra Malhada' (Vulgo churrascada).

Estas churrascadas ESTúnicas, caracterizam-se (além do tempero único derivado ao suor que originam) pelo Espírito Académico, amizade, companheirismo, música e muita cervejola que rega o evento.

Para quem pensava que as grandes churrascadas eram 'aguas passadas', tem hoje a oportunidade de comprovar o contrário. (Vá, vai lá abaixo mas é comer e beber umas por mim, que bem gostaria de aí estar...)

Lançado o estágio para o fim de semana do Bocage, com a operação acima mencionada, a ESTuna torna públicos os sinceros parabéns e agradecimentos a todos aqueles que deram o 'coiro', com esforço e dedicação para que o XI Festival Internacional de Tunas Bocage 2006, faça jus aos pergaminhos alcançados ao longo de 10 anos. Pergaminhos que invejam qualquer outro evento similar.

A todos os que tornaram viável o evento, um grande bem haja. Sintam-se recompensados com o reconhecimento alheio, seja ele da comunidade estudantil da EST, do IPS, população setubalense, Tunas participantes no Encontro, das Tunas que fazem o cartaz do Festival e de todos os que fazem parte da FAMÍLIA ESTuna.

Com as melhores Saudações Académicas e um grande abraço

Pelos caminhos no tasco à desgarrada,
pelas vielas vagueamos a cantar,
a nossa história desta vida tão amada,
de uma ESTuna que nasceu, à beira mar...


  Aí estamos nós... de volta! 02.05.2006  
Digníssimo curioso,

A ESTuna, ao contrário do que se possa depreender das notícias transparentes que temos dado a conhecer, tem estado activa e bem viva.

Entre actuações em Festivais, Encontros, Feiras, Aniversários, Convívios, pela nossa Escola, Politécnico, Cidade, Distrito, Continente, Regiões Autónomas, enfim... Não parámos!

Como tal, crescemos. Completámos mais um aninho e com o qual aprendemos muito e estamos à beira de mais um Festival Internacional de Tunas Bocage.

Adoptámos novos caloiros e conservamos (em álcool) alguns projectos a caloiros. Mantemos a porta aberta aos que nos deixaram um dia para que possam sempre entrar e não encontrar a porta fechada. Acima de tudo seremos sempre uma família... Todo aquele que deixou saudade, voltará certamente!

Como manda a tradição, no primeiro fim-de-semana de Maio, Bocage ocupa Luísa, que é como quem diz:

06 de Maio 2006
Fórum Luísa Todi, 21h
Festival Internacional de Tunas - Bocage 2006


Juntar estes dois nunca foi, nem nunca será fácil. Daí que a missão esteja sempre a nosso cargo, juntamente com a AEEST.

Convidamos todos a juntar a sua alegria à nossa e a comparecer nos eventos que fazem do FESTIVAL INTERNACIONAL DE TUNAS BOCAGE, o festival mais desejado... (Pelo menos de Maio e em Setúbal)

O Bocage é da cidade do Rio Azul...

Clica aí em baixo e bora daí!

Página Oficial do Festival Internacional de Tunas - Bocage 2006



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