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Sereia do Sado
Nesta cidade bela
de beleza singela
aqui estou só, magoado...

Escuto as águas do Sado,
vou cumprindo meu fado
sempre pensando nela.

Foi amor, foi desvario
tive febre, senti frio
quando tive tal visão.

Pois junto deste rio
num momento vadio,
perdi o meu coração...


És a sereia do Sado
com teu corpo encantado,
a areia é teu véu.

E ao sentires o amor meu
ficámos amantes, teus olhos brilhantes.
Ofuscaram estrelas no céu...


Foram tempos risonhos
vivíamos dos sonhos
e alegria total.

Não te soube conservar,
tentei roubar-te ao mar
o que provou ser fatal

E hoje aqui nesta foz,
resto eu, choro por nós
tornando as ondas salgadas.

Por lembrar tua doçura
nessas tardes de ternura,
pelas ondas apagadas.


És a sereia do Sado
com teu corpo encantado,
a areia é teu véu.

E ao sentires o amor meu
ficámos amantes, teus olhos brilhantes.
Ofuscaram estrelas no céu...