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Vida de Tuno
De capa negra ao soar da guitarrada,
Tunos boémios demonstram sua bravura.
Trovas ao vento cantando a serenata,
lá vem a Tuna à procura de aventura.

Pelos caminhos no tasco à desgarrada,
pelas vielas vagueamos a cantar,
a nossa história desta vida tão amada,
de uma Tuna que nasceu, à beira-mar...


Pela Cidade, vamos cantar
com alegria e devoção.
Ó rapariga, abre a janela,
à tua espera está um doce coração.
Não tenhas medo de acordar,
a luz da Lua, é um sinal.
O som das ondas do nosso mar,
é o encanto desta terra sem igual.


E procurando pela fria madrugada,
mais um tasco onde se possa beber.
Passa a Tuna devagar pela calada,
de porta em porta até o dia amanhecer.

Esta viagem, é uma sina,
tão ingrata, pois vão saber,
que a rapariga da nossa vida,
é a Cidade que jamais, vamos esquecer.


Pela Cidade, vamos cantar,
com alegria e devoção.
Ó rapariga, abre a janela,
à tua espera está um doce coração.
Não tenhas medo de acordar,
a luz da Lua, é um sinal.
O som das ondas no nosso mar,
é o encanto desta terra sem igual.